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Seis Milhões Realmente
Morreram?

A Verdade Afinal Exposta

do original em inglês de Richard Harwood



A Natureza & a Condição dos Campos de Concentração
de Tempo de
Guerra"Campos da Morte" Atrás da Cortina de Ferro
Números de Perdas Reduzidos
Condições Humanas
Inevitável Caos
Fotografias Falsas


 

ACUMULANDO MITOS

Desde a guerra, aconteceu um absurdo crescimento de sensacionais literaturas de campos de concentração, a maioria judia, cada livro relatando horror após horror, juntando fragmentos de verdade com as mais grotescas fantasias e imposturas, inacabavelmente criando um edifício de mitologia no qual qualquer relação com fatos históricos já há muito desapareceu. Já nos referimos ao tipo - o absurdo Five Chimneys de Olga Lengyel (ì24.000 corpos todos os diasî), Doctor at Auschwitz por Miklos Nyiszli, aparentemente uma personagem mítica e inventada, This was Auschwitz: The Story of a Murder Camp por Philip Friedman, e segue-se ad nauseam.

A última desta veia é For Those I Loved, de Martin Gray (Bodley Head, 1973), que teoricamente é uma descrição de suas experiências no campo de Treblinka na Polônia. Gray se especializou em vender falsas antigüidades na América antes de se mudar às memórias de campos de concentração. As circunstâncias envolvendo a publicação de seu livro, entretanto, foram únicas, porque pela primeira vez com trabalhos deste tipo, dúvidas sérias foram lançadas na autenticidade de seu conteúdo. Até judeus, alarmados com o dano que poderia causar, denunciaram seu livro como fraudulento e questionaram se ele até chegou a estar em Treblinka, enquanto a rádio BBC o pressionou porque ele havia esperado 28 anos para relatar suas experiências.

Foi interessante observar que a coluna ìOpinião Pessoalî do London Jewish Chronicle, de 30 de março de 1973, apesar de condenar o livro de Gray, não deixou de fazer grandes adições ao mito dos Seis Milhões. Afirmava que: ìMais ou menos um milhão de pessoas foram assassinadas em Treblinka no decurso de um ano. 18.000 eram assassinados nas câmaras de gás todos os dias.î É verdadeiramente uma pena que tantas pessoas leiam e aceitem este tipo de besteira sem exercitar suas mentes. Se 18.000 eram assassinados todos os dias, o número de 1.000.000 seria alcançado em meros 56 dias, e não ìno decurso de um anoî. Esta gigantesca produtividade deixaria os restantes dez meses do ano em um branco total. 18.000 todos os dias significa um total de 6.480.000 ìno decurso de um anoî. Isto significa que os Seis Milhões morreram em um ano em Treblinka? E os alegados 4 ou 5 milhões de Auschwitz? Este tipo de coisa simplesmente mostra que, uma vez o número de Seis Milhões foi um sucesso espantoso e se tornou internacionalmente aceito, qualquer número de permutações pode ser feita e ninguém pensaria em criticá-las. Na sua revisão do livro de Gray, o Jewish Chronicle também dá uma reveladora olhada interna nas fraudulentas alegações concernendo câmaras de gás: ìGray relembra que o chão da câmara de gás era inclinado, enquanto outro sobrevivente que ajudou a construí-las mantém que era ao nível...î

Ocasionalmente, livros de ex-detentos de campos de concentração aparecem que apresentam uma descrição totalmente diferente das condições prevalecentes neles. Tal é Under Two Dictators (Londres, 1950) de Margarete Buber. Ela era uma mulher judia-alemã que havia experimentado muitos anos nas condições brutais e primitivas de um campo prisioneiro russo antes de ser mandada a Ravensbrück, o campo alemão para prisioneiras, em agosto de 1940. Ela notou que era a única judia no contingente de deportados da Rússia que não foi imediatamente libertada pela Gestapo. Seu livro dá um contraste chocante entre os campos da Rússia Soviética e da Alemanha; comparada à desordem, sujeira e fome do campo russo, ela achou Ravensbrück limpa, civilizada e bem-administrada. Banhos regulares e roupas brancas limpas pareciam um luxo depois de suas experiências anteriores, e sua primeira refeição de pão branco, linguiça, mingau e frutas lhe fez perguntar a outra prisioneira se 3 de agosto de 1940 era algum tipo de feriado ou ocasião especial. Ela observou, também, que as barracas de Ravensbrück eram impressionantemente espaçosas comparadas à cabana suja e cheia do campo soviético. Nos meses finais de 1945, ela experimentou o progressivo declínio das condições do campo, as causas das quais examinaremos a seguir.

Outra descrição que está em total desacordo com a propaganda popular é Die Gestapo Lässt Bitten (A Gestapo Lhe Convida) de Charlotte Bormann, uma comunista prisioneira política que também foi presa em Ravensbrück. Sem a menor dúvida a mais importante revelação é a afirmação da autora que rumores de execuçõs por gás eram deliberadas e maliciosas invenções que circulavam entre os prisioneiros feitas pelos comunistas. Este último grupo não aceitou Margarete Buber por causa de sua prisão na Rússia Soviética. Outra reflexo chocante dos julgamentos do pós-guerra foi o fato de que Charlotte Bormann não foi permitida a testemunhar no julgamento Radstadt do pessoal do campo de Ravensbrück na zona de ocupação francesa, o destino usual daqueles que negavam a lenda do extermínio.


 
 

A NATUREZA & A CONDIÇÃO DOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO DE TEMPO DE GUERRA

Em seu recente livro Adolf Hitler (Londres, 1973), Colin Cross, que traz mais inteligência do que o normal sobre os muitos problemas deste período, observa astutamente que ìo ajuntamento de milhões de judeus pela Europa e seu assassínio, em tempo de desesperada emergência de guerra, era inútil sob qualquer ponto de vista racionalî (p. 307). Bem na verdade, neste ponto poderíamos questionar a possibilidade do irracionalismo, e se até mesmo era possível. É possível, que no meio de uma guerra, quando os alemães estavam lutando uma desesperada batalha pela sobrevivência em dois fronts, eles teriam mandado milhões de judeus por quilômetros para supostamente elaborados e custosos matadouros? Mandado três ou quatro milhões de judeus apenas para Auschwitz (mesmo supondo que tal inflado número de judeus existia na Europa, o que não acontecia), teria colocado um insuperável ônus no sistema de transporte alemão que já estava no limite devido ao longínquo front russo. Para ter transportado os míticos seis milhões de judeus e inumeráveis pessoas de outras nacionalidades à campos de internamento, e ter lhes abrigado, vestido e dado de comer a eles lá, teria simplesmente paralisado suas operações militares. Não há razão para supor que os eficientes alemães iriam pôr seu destino e sua sorte militar sob tamanho risco.

Em contraste, o transporte de razoáveis 363.000 prisioneiros a Auschwitz, durante a guerra (o número que sabemos foi registrado lá) pelo menos faz sentido em termos do trabalho compulsório que eles forneceriam. De fato, dos 3 milhões de judeus da Europa, é certo que não mais de 2 milhões estiveram internados ao mesmo tempo, e é provável que o número esteja muito mais perto de 1.500.000. Como veremos depois, no Relatório da Cruz Vermelha, populações judaicas inteiras, como a da Eslováquia, escapou da detenção em campos, enquanto outros eram colocados em guetos comunitários como Theresienstadt. Mais, as deportações do oeste foram bem poucas. A estimativa de Reitlinger de que apenas 50.000 judeus franceses de uma população de 320.000 foram deportados já foi notada.

Uma questão que também deve ser perguntada é se teria sido possível destruir fisicamente as milhões de judeus alegados. Os alemães tinham tempo para isso? Poderiam os enormes ajuntamentos de judeus e as execuções em uma tão vasta escala ser mantidos secretos? Estes são exemplos de questões que uma pessoa crítica e pensante deveria perguntar. E logo irá descobrir que não apenas as provas estatísticas e documentárias apresentadas aqui, mas a simples logística combina para dar descrédito à lenda dos seis milhões. Apesar de ser impossível que milhões de pessoas fossem assassinados neles, a natureza e as condições dos campos de concentração da Alemanha tem sido vastamente exagerada para tornar a afirmação plausível. William Shirer, numa tipicamente temerária, afirma que ìtodos os trinta principais campos de concentração nazistas eram campos de extermínioî (ibid., p. 1150). Isto é uma completa mentira, que não é aceita nem mesmo pelos principais propagadores da lenda do extermínio. Shirer também cita The Theory and Practice of Hell de Eugen Kogon (N.Y., 1950, p. 227) que coloca o número total de mortes em todos eles no número ridículo de 7.125.000, apesar de Shirer admitir num rodapé que este ìé sem dúvida muito alto.î


 

ìCAMPOS DA MORTEî ATRÁS DA CORTINA DE FERRO

É verdade que, em 1945, a propaganda aliada afirmou que todos os campos de concentração, particularmente os da própria Alemanha, eram ìcampos da morteî, mas não por muito. Nesta questão, o eminente historiador americano Harry Elmer Barnes escreveu: ìEstes campos foram primeiro apresentados como aqueles da Alemanha, como Dachau, Belsen, Buchenwald, Sachsenhausen e Dora, foi logo ficou demonstrado que não havia ocorrido extermínio sistemático nestes campos. Atenção então foi movida para Auschwitz, Treblinka, Belzec, Chelmno, Jonowska, Tarnow, Ravensbrück, Mauthausen, Brezeznia e Birkenau, o que não exaure a lista que parece ter sido estendida conforme necessárioî (Rampart Journal, verão de 1967). O que aconteceu é que certos observadores honestos entre as forças de ocupação britânicas e americanas na Alemanha, enquanto admitiam que muitos internos morreram de doenças e fome nos meses finais da guerra, mas não acharam qualquer evidência de ìcâmaras de gásî. Como resultado, compos orientais da zona de ocupação russa como Auschwitz e Treblinka gradualmente ficaram em evidência como os centros horríveis do extermínio (apesar de não ser permitido a ninguém visitá-los), e esta tendência se mantém até hoje. Aqui nestes campos supostamente aconteceu, mas com a Cortina de Ferro colocada firmemente sobre eles, ninguém jamais consegui checar tais alegações. Os comunistas afirmaram que 4 milhões de pessoas morreram em Auschwitz em gigantescas câmaras de gás que acomodavam 2.000 pessoas - e ninguém podia afirmar o contrário.

Qual é a verdade sobre as chamadas ìcâmaras de gásî? Stephen F. Pinter, que serviu como advogado para o Departamento de Guerra dos Estados Unidos na força de ocupação na Alemanha e na Áustria por seis anos após a guerra, fez a seguinte afirmação na revista católica de grande público Our Sunday Visitor, de 14 de junho de 1959:

ìEu estive em Dachau por 17 meses após a guerra, como U.S. Department Attorney, e posso afirmar que não haviam câmaras de gás em Dachau. O que era mostrado aos visitantes e erroneamente descrito como uma câmara de gás era um crematório. Também não haviam câmaras de gás em quaisquer outros campos na Alemanha. Nos contavam que havia uma câmara de gás em Auschwitz, mas como estava na zona de ocupação russa, não podíamos investigar porque os russos não iriam permitir. Do que eu pude determinar durante seis anos do pós-guerra na Alemanha e na Áustria, houve um número de judeus mortos, mas o número de um milhão certamente não foi alcançado. Eu entrevistei milhares de judeus, ex-prisioneiros de campos de concentraçã na Alemanha e na Áustria, e me considero bem qualificado neste campo.î

Isto conta uma história bem diferente da propaganda usual. Pinter, é claro, é bem astuto na questão do crematório representado como câmara de gás. Isto é bem freqüente porque nada como uma câmara de gás existiu nestes campos, daí o deliberadamente desorientador termo ìfornos de gásî (gas oven), objetivando confundir uma câmara de gás com um crematório. Este último, normalmente um único forno e similar ao utilizado atualmente, era usado bem simplesmente para a cremação daquelas pessoas que haviam morrido de diversas causas naturais dentro do campo, particularmente doenças infecciosas. Este fato foi conclusivamente provado pelo arcebispo alemão, Cardeal Faulhaber de Munique. Ele informou aos americanos que durante os ataques aéreos a Munique em setembro de 1944, 30.000 pessoas foram mortas. O arcebispo pediu às autoridades para cremar os corpos das vítimas no crematório de Dachau. Mas lhe foi dito que, infelizmente, este plano não podia ser executado; o crematório, tendo apenas um forno, não conseguiria dar conta dos corpos das vítimas do ataque aéreo. Claramente, portanto, não poderia ter dado conta dos 238.000 corpos de judeus que foram alegadamente cremados ali. Para conseguir isso, o crematório teria de funcionar ininterruptamente por 326 anos, e 530 toneladas de cinzas seriam conseguidas.


 

NÚMEROS DE PERDAS REDUZIDOS

Os números das perdas de Dachau são típicas dos tipos de exageração que desde lá tiveram de ser drasticamente revisadas. Em 1946, a placa memorial foi inaugurada em Dachau por Philip Auerbach, o judeu secretário de Estado do governo bávaro que foi preso por desvio de dinheiro que ele exigia como compensação para judeus não-existentes. A placa dizia: ìQue esta área seja mantida como um santuário aos 238.000 indivíduos que foram cremados aqui.î Desde então, os números oficiais de mortos tiveram de ser drasticamente revisados para baixo, e agora estão em apenas 20.600, a maioria de tifo e fome no final da guerra. Esta diminuição, para dez por cento do número original, irá sem dúvida continuar, e um dia será aplicada ao legendário número de seis milhões.

Outro exemplo de revisão drástica é a presente estimativa das perdas de Auschwitz. As alegações absurdas de três ou quatro milhões de mortos não são mais plausíveis nem mesmo para Reitlinger. Ele agora coloca o número de perdas em apenas 600.000; e apesar deste número ainda ser exagerado ao extremo, é uma redução significante de seis milhões e progresso adicional deve ser esperado. Shirer mesmo cita a última estimativa de Reitlinger, mas falha em reconciliar isto com sua afirmação anterior de que metade do número, cerca de 300.000 judeus húngaros foram supostamente ìassassinados em 46 diasî - um supremo exemplo do tipo de besteira irresponsável que é escrito sobre este assunto.


 

CONDIÇÕES HUMANAS

Que milhares de prisioneiros morreram nos caóticos meses finais da guerra nos traz a questão de suas condições em tempo de guerra. Isto tem sido deliberadamente falsificado em inumeráveis livros e um tipo bem desgostante. O Relatório da Cruz Vermelha, examinado abaixo, demonstra conclusivamente que através da guerra os campos foram bem administrados. Os prisioneiros trabalhadores recebiam uma ração diária até durante 1943 e 1944 de não menos de 2.750 calorias, o que era mais do que o dobro da ração civil média na Alemanha ocupada nos anos após 1945. Os internos estavam sob cuidados médicos regulares e aqueles que ficavam seriamente doentes eram transferidos ao hospital. Todos os internos, ao contrário dos campos soviéticos, podiam receber comida, roupas e remédios da Special Relief Division da Cruz Vermelha. O Escritório do Promotor Público conduzia investigações em cada caso de prisão criminal, e aqueles achados inocentes eram soltos; os culpados, bem como aquelss prisioneiros culpados de grandes crimes dentro dos campos, eram sentenciados por Cortes Militares e executados. Nos Arquivos Federais de Koblenz existe uma diretiva de janeiro de 1943 de Himmler sobre estas execuções, enfatizando que: ìnenhuma brutalidade deve ser permitidaî (Manvell & Frankl, ibid., p. 312). Ocasionalmente havia brutalidade, mas tais casos eram imediatamente investigados por Juiz S.S. Konrad Morgen do Escritório de Polícia Criminal do Reich, cujo trabalho era investigar irregularidades em diversos campos. Morgen processou o comandante Koch de Buchenwald em 1943 por excessos no campo, um julgamento ao qual o público alemão foi convidado. É significante que Oswald Pohl, o administrador do sistema de campos de concentrações que foi tratado tão duramente em Nürnberg, fosse a favor da pena de morte para Koch. De fato, a corte sentenciou Koch à morte, mas lhe foi dada a opção de servir no front russo. Antes que ele pudesse fazer isso, entretanto, Prince Waldeck, o líder das S.S. do distrito, cumpriu sua execução. Este caso é uma ampla prova da seriedade com que a S.S. lidava com brutalidade desnecessária. Diversas ações de cortes S.S. deste tipo foram conduzidas nos campos durante a guerra para prevenir excessos, e mais de 800 casos foram investigados antes de 1945. Morgen testemunhou em Nürnberg que ele discutia confidencialmente com centenas de prisioneiros as condições prevalecentes nos campos. Ele descobriu que poucos estavam subnutridos, exceto nos hospitais, e notou que a velocidade e empreendimentos do trabalho compulsório dos prisioneiros estava bem abaixo do do trabalhador alemão civil. As provas de Pinter e do Cardeal Faulhaber foram demonstradas e provam o não-extermínio em Dachau, e vimos como as estimativas de mortos neste campo foram continuamente revisadas para baixo. O campo de Dachau perto de Munique, de fato, pode ser tomado como um exemplo típico desses locais de internamento. Trabalho compulsório em fábricas e plantas eram a ordem do dia, mas o líder comunista Ernst Ruff testemunhou em seu depoimento a Nürnberg de 18 de abril de 1947 que o tratamento aos prisioneiros nas fábricas e no campo de Dachau permaneceu humano. O líder subterrâneo polonês, Jan Piechowak, que esteve em Dachau de 22 de maio de 1940 a 29 de abril de 1945 também testemunhou em 21 de março de 1946 que os prisioneiros recebiam bom tratamento, e que o pessoal S.S. do campo era ìbem disciplinadoî. Berta Schirotschin, que trabalhou no serviço de comida de Dachau durante a guerra, testificou que os prisioneiros trabalhadores, até o começo de 1945 e apesar da privação na Alemanha, recebiam seu usual segundo café da manhã às 10h toda manhã.

Em geral, centenas de depoimentos de Nürnberg testificam as condições humanas prevalentes nos campos de concentração; mas a ênfase invariavelmente caía naqueles que refletiam mal a administração alemã e poderiam ser usados para propósitos propagandísticos. Um estudo dos documentos também revela que testemunhas judias que sentiram rancor em sua prisão e internamento em campos de prisioneiros tendiam a grandemente exagerar os rigores de sua condição, enquanto os nacionais internados por razões políticas, como os citados acima, geralmente apresentam uma descrição mais balanceada. Em muitos casos, prisioneiros como Charlotte Bormann, cujas experiências não estavam de acordo com a descrição apresentada em Nürnberg, não foram permitidos testemunhar.


 

INEVITÁVEL CAOS

A situação ordenada prevalecente nos campos de concentração alemães lentamente se quebrou nos últimos meses de 1945. O Relatório da Cruz Vermelha de 1948 explica que os bombardeios de saturação aliados paralisaram os transportes e o sistema de comunicações do Reich, nenhuma comida chegava aos campos e a fome chamava um número sempre crescendo de vítimas, tanto em campos de prisioneiros como entre a população civil da Alemanha. Esta situação terrível era piorada nos campos por grande superlotamento e o conseqüente início de epidemias de tifo. Superlotamento ocorreu como resultado dos prisioneiros dos campos orientais como Auschwitz serem evacuados para o Oeste antes do avanço russo; colunas dessas pessoas exaustas chegaram em diversos campos alemães como Belsen e Buchenwald que por si mesmos já estavam em um estado de grandes dificuldades. O campo de Belsen perto de Bremen estava numa condição especialmente caótica nestes meses e o médico de Himmler, Felix Kersten, um anti-nazi, explica que sua infortunada reputação como ìcampo da morteî foi devida unicamente á ferocidade da epidemia de tifo que começou lá em março de 1945 (Memórias 1940-1945, Londres, 1956). Sem dúvida estas condições aterradoras custaram milhares de vidas, e é nestas condições que estão representadas nas fotografias de corpos humanos emaciados e pilhas de corpos, que os propagandistas adoram mostrar, afirmando que são vítimas de ìextermínioî.

Uma avaliação surpreendentemente honesta da situação em Belsen em 1945 apareceu na Pornellís History of the Second World War (Vol. 7, No. 15) pelo Dr. Russell Barton, agora superintendente e psiquiatra no Severalls Hospital, Sussex, que passou um mês no campo como estudante de medicina após a guerra. Sua descrição ilustra vivamente as verdadeiras causas da mortalidade que ocorreu em tais campos conforme o final da guerra se aproximava, e como tais condições extremas vieram a prevalecer lá. Dr. Barton explica que o Brigadeiro Glyn Hughes, o oficial médico britânico que tomou comando de Belsen em 1945, ìnão acreditava que houvessem ocorrido quaisquer atrocidades no campoî apesar da disciplina e trabalho duro. ìA maioria das pessoasî, escreve o Dr. Barton, ìatribuiu as condições dos internos à deliberada intenção dos alemães. Prisioneiros estavam loucos para contar exemplos de brutalidade e descaso, e jornalistas visitantes de diversos países interpretaram a situação de acordo com a necessidade da propaganda em casa.î

Entretanto, Dr. Barton torna bem claro que as condições de fome e doença eram inevitáveis nas circunstâncias e que elas ocorreram apenas durante os meses de 1945. ìDas discussões com os prisioneiros me pareceu que as condições do campo não eram muito más até o final de 1944. As cabanas eram construídas sob pinheiros e cada uma tinha lavatórios, banheiros e fornos de aquecimentoî. A causa da falta de comida também é explicada: ìOficiais médicos alemães me contaram que tinha ficado cada vez mais difícil transportar comida para os campos por alguns meses. Tudo o que se movia nas autobahns era bombardeado... Eu fiquei surpreso ao achar documentos, de dois ou três anos antes, de grandes quantidades de comida cozinhadas diariamente para distribuição. Aí eu fiquei convencido, contrariamente à opinião popular, que jamais houve uma política de fome deliberada. Isto foi confirmado pelo grande número de internos bem alimentados. Porque então havia tantas pessoas sofrendo de mal nutrição? ... A razão principal para o estado de Belsen era a doença, gigantesco superlotamento pela autoridade central, falta de lei e ordem dentro das cabanas, e inadequados suprimentos de comida, água e medicamentos.î A falta de ordem, que levou a tumultos por distribuição de comida, foi vencida pelo fogo das metralhadoras inglesas e uma demonstração de força quando os tanques e carros blindados britânicos passaram pelo campo.

Além das inevitáveis mortes nestas circunstâncias, Glyn Hughes estimou que ìcerca de 1000 foram mortos através do carinho dos soldados ingleses em lhes dar suas próprias rações e chocolatesî. Como um homem que esteve em Belsen, Dr. Barton obviamente é muito vivo em relação a mentiras das mitologias dos campos de concentração, e ele conclui: ìEm tentar avaliar as causas das condições achadas em Belsen um deve ser alertado em relação ao tremendo impacto visual, madura para propósitos de propaganda, que massas de corpos esfomeados apresentavam.î Discutir tais condições, ìapenas em termos de ëbomí ou ëmauí é ignorar os fatores constituintes...


 

FOTOGRAFIAS FALSAS

Não apenas foram situações como aquela de Belsen inescrupulosamente exploradas para propósitos propagandísticos, mas esta propaganda também fez uso de inteiramente falsas fotografias de atrocidades e filmes. As condições extremas de Belsen se aplicam a bem poucos campos de fato; a grande maioria escapou das piores dificuldades e seus prisioneiros sobreviveram com boa saúde. Como resultado, completas fraudesf foram usadas para exagerar as condições de horror. Um caso chocante de tais fraudes foi revelado pelo British Catholic Herald de 29 de outubro de 1948. Dizia que, em Cassel, onde todo alemão adulto foi compelido a ser um filme representando os ìhorroresî de Buchenwald, um doutor de Göttingen se viu na tela cuidando das vítimas. Mas ele jamais havia estado em Buchenwald. Após um intervalo de perplexidade ele notou que o que ele havia visto era parte de um filme tomado após o terrível ataque aéreo de Dresden pelos Aliados a 13 de fevereiro de 1945, onde o doutor estivera trabalhando. O filme em questão foi mostrado em Cassel a 19 de outubro de 1948. Após o ataque a Dresden, que matou um mínimo de 135.000 pessoas, a maioria mulheres e crianças refugiadas, os corpos das vítimas foram empilhados e queimados em grupos de 400 e 500 por diversas semanas. Estas eram as cenas, alegadamente de Buchenwald, que o doutor havia reconhecido.

A falsificação de fotografias de tempo de guerra não é algo novo. Para maiores informações o leitor pode procurar o livro de Arthur Ponsonby Falsehood in Wartime (Londres, 1928), que expõe as fotografias forjadas de atrocidades alemãs na Primeira Guerra Mundial. Ponsonby cita fabricações como ìA Fábrica de Corposî e ìO Bebê Belga Sem as Mãosî, que são os parentes mais velhos das fotografias relativas à ìatrocidadesî nazistas. F. J. P. Veale explica em seu livro que o apócrifo ìjarro de sopa humanaî solemente apresentado pela promotoria soviética em Nürnberg estava em deliberada concordância do famoso mito britânico da ìFábrica de Corposî, em que os vampirescos alemães supostamente obtiveram diversas mercadorias do processamento de corpos (Veale, ibid., p. 192). Esta acusação era uma pela qual o governo britânico pediu desculpas após 1918. Ela recebeu nova vida após 1945 no conto dos abajures de pele humana, que era certamente tão fraudulento quanto a soviética ìsopa humanaî. De fato, de Manvell e Frankl temos a relutante afirmação de que as provas dos abajures de pele humana no Julgamento de Buchenwald ìdepois se provaram dúbiasî (The Incomparable Crime, p. 84). Foi dado por um certo Andreas Pfaffenberg um ìdepoimento escritoî do tipo discutido anteriormente, mas em 1948 o General Lucius Clay admitiu que os depoimentos usados no tribunal apareciam após mais um pouco de investigações verdadeiras serem apenas ìde ouvir-falarî.

Um trabalho excelente em falsas fotografias de atrocidades relativas ao Mito dos Seis Milhões é o Bild ìDokumenteî für die Geschichtsschreibung? de Udo Walendy (Vlotho/Weser, 1973) e dos numerosos exemplos citados podemos ilustrar um nesta página. A origem da primeira fotografia é desconhecida, mas a segunda é uma foto-montagem. Exame de perto revela imediatamente que as pessoas de pé foram tiradas da primeira fotografia, e uma pilha de corpos superposta na frente deles. A cerca foi removida, e uma inteiramente nova ìfotografiaî de horror criada. Esta grande forja aparece na página 341 do livro de R. Schnabel sobre as S.S. Macht ohne Moral: eine Dokumentation über die S.S. (Frankfurt, 1957), com a descrição ìMauthausenî. (Walendy cita 18 outros exemplos de forjas no livro de Schnabel). A mesma fotografia aparece no Proceedings of the International Military Tribunal, Vol. XXX, p. 421, também supostamente ilustrando o campo de Mauthausen. É também ilustrada sem uma descrição no Konzentrationslager Document F.321 for the International Court at Nürnberg; Der KZ-Staat, de Heinz Kühnrich (Berlim, 1960, p. 81); Mauthausen, de Vaclav Berdych (Praga, 1959), e Hitler - Aufstieg und Untergang des Dritten Reiches, de Robert Neumann (Munique, 1961).

  

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